quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Queria saber...

... os motivos pela qual me sinto tão [...]
Já não sei mais o que fazer. Ou, tentar fazer alguma coisa pra reverter tudo. Não vou me rebaixar novamente. Não quero mais isso. Cansei de todas as maneiras tentar expor tudo. Cansei também de fingimentos. Cansei da ignorância alheia. Cansei.
Cansei da roupa suja jogada no sofá, do perfume que não sentia há muito tempo, do jeito em que se retratava a vida. Joguei pro alto tudo. Já me cansei dessa coisa chamada companheirismo. Isso nunca existiu pra mim. E, nunca vai existir. Tenho certeza disso, quase absoluta, mas tenho. O mundo em que retratava a vida era tão doce, hoje, se torna tão amargo.
Quero minha sensibilidade de volta. Agora. Já não suporto ver que não sou o que era. E, que hoje eu estou errando mais que ontem. Não me aguento de aflição de nunca tentar aprender com os meus erros. Já não aguento mais ver coisas erradas na minha frente, tenho vontade de estourá-las com o tamanho da minha angustia. Já não me sinto bem, como havia me sentindo há alguns meses atrás.
Onde eu mais preciso, é o lugar em que mais me faz falta. Falta do tal companheirismo. Sensibilidade. Entendimento. Palavras apoiadoras. Tais momentos ficam marcados, e sim, sempre tem um quê a mais quando nos lembrarmos logo mais. Só queria parecer importante. Só queria provar que faço falta, e sentir toda a energia positiva novamente. Só isso. Ou, apenas isso.
Não quero transparecer indireta. Não estou sendo indireta, mesmo por que ninguém vai ler isso se eu não passar o link. Ou, não obrigar. Aliás, não quero que leiam mesmo. Não quero que sintam o quanto estou down, e que meus momentos de tristeza voltaram... Por mais palavras que venham depois, ninguém nunca entenderá o que é se sentir assim. Ou, como é estar desse jeito. É muito, mas muito fácil, falar sai dessa; difícil é aceitar isso.
É mais fácil assistir de camarote open bar. Quem não queira isso? É bem mais fácil sentar numa mesa posta, e nem saber como foi feita a comida. Ou, como foi lavada a roupa. Ou, como está a pessoa do outro lado. Será que realmente interessa?
As pessoas não mudam por que elas querem. Elas tem três jeitos. Primeiro, elas mudam porque amadurecem. Segundo, porque elas voltam a ser crianças e suas atitudes voltam a ser infantis. Terceiro, não estão de bem com elas mesmas.
Não pedi nada. Não quero nada. Não desejo mais nada. Não sonho com mais nada. Todos os sonhos foram por água abaixo. Todos os momentos fantasiosos dispersaram pelas minhas mãos, e eu não pude segurá-los. Todo o momento em que desejei que uma realidade se tornasse mais real, caiu em contradição. E hoje, já não sinto a firmeza que sentia um tempo atrás e o abandono por viver num mundo tão longe.
Se o dia chegar, os dias chegarem, ótimo. Espero tanto por eles. E só de saber que um diiiiaaa.. Mas enquanto não chega, a gente leva a vida não é? Leva a vida vendo todo mundo ser feliz. Queria saber o que é ser feliz. Ou, o que é estar feliz. Queria saber o que é amar de verdade, sentir que isso é recíproco, e, não duvidar jamais disso. Tá sendo tão difícil.
Após tudo isso. Após do meu momento deprê. Me sinto bem. Ou, tento parecer que estou bem.

..., thais?

Um comentário:

Anônimo disse...

Thais ponto de interrogação, eu sou sua fã.

E isso não é puxasaquismo!
:B