Era novembro e tinha acabado de me arriscar na vitrine chamada Tinder. Vi sua foto, mas me interessei pela sua descrição. Foi um match e uma puxada de assunto fora do tradicional.
Saímos. Bebemos. Você me beijou e eu nunca tinha sentido tanta borboleta no estômago. Até então já tinha descoberto que nossos gostos eram mais do que super parecidos.
Você foi a pessoa mais fofa. Me apaixonei por você como nunca tinha me apaixonado por outra pessoa.
Você se afastou (porque, provavelmente, percebeu).
Você me disse que estava confuso em relação ao seu antigo relacionamento. Você me disse isso depois de transar comigo.
Eu me afastei.
Todos os meus amigos te odeiam por ter me deixado na bad. Sei que a culpa não é sua. É minha. É minha por ter me deixado ir numa imensidão...
Hoje você me procura.
Você conversa comigo como se nada tivesse acontecido. Eu finjo que estou bem na maioria das vezes, mas na verdade eu não consigo te excluir da minha vida.
O que realmente quero saber: o que você quer de mim?
Eu tento te superar, nossas conversas caem no esquecimento e você retorna com mensagens aleatórias.
O que você quer de mim?
(essa é uma publicação que não tive coragem de publicar num site de publicações anônimas chamada ~spotted~)